terça-feira, 5 de abril de 2011





a consciência secreta

que zela por nós

só se revela quando
a chama da vela

que nos ilumina se apaga


...a dor do fim
deve
ser proporcional

à felicidade do início

só assim o meio se justifica

8 comentários:

Raíz disse...

OI GURU!

Estou louca que a chama da minha vela se apague então, para ver se é verdade o que existe na minha consciência secreta.

Filosofia pura!

Beijos

Mirze

Adriana Godoy disse...

Guru, cada vez mais filosófico...será que a dor e a felicidade são proporcionais?? O que justifica a dor? O amor?

beijo

Walkyria Rennó Suleiman disse...

hum....primeiro coment meu, e devo dizer que como poema é impecável. Mas não sei não...

isso seria a morte?
a revelação?

por outro lado, a consciência secreta que me vla, sempre se reval.
Bom, então ela não é tão secreta assim.... heheeh.
Ai, sei lá, mas fiquei aqui pensando.

Walkyria Rennó Suleiman disse...

ai Jeus, vela e revela, escrevi errado...
mas agora percebo que quem vela, revela.....

Tatiana disse...

Assim é a vida... Assim é o renascer de cada dia, de cada tempo, de cada alma.

Um abraço carinhoso

Ilaine disse...

Dei umas remexidas neste balaio... E veja o que encontrei: este tesouro de versos. Lindo, querido amigo. Beijo

B disse...

É Guru!
Estamos entre duas eternidades, se é que o nome é esse.

Erica Vittorazzi disse...

Só assim mesmo para percebemos do que somos feitos.


beijos

 
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