sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Refração

A sensualidade do deserto

Me deixa meio incerto

O engano dos sentidos

Na mirada sem sentido

Faz reter uma imagem

Que me lembra teu dorso

Empreendo a caminhada

Suavidade arredondada

Convexa com vida convidativa

Ao delírio da jornada

Sinto o sopro de sereia

Me dizendo que areia

É o chão da grade praia

Que meu passo faz sentido

Nessa linha do olhar

Em que o fio dessa linha

Que me guia ao fim da linha

Onde ali começa o mar...

4 comentários:

Jacinta Dantas disse...

Ei Guru,
poema instigante esse. Chega prá mim como puro olhar, doce olhar, inquietante olhar...mas sempre o olhar aguçado. Lindo

...
Então, dentre tantas outras, você é cantor. Voz baixo profundo.
Também eu adoro cantar com a minha pequena Voz soprano.
Beijos

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